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Descasque um abacaxi por vez

Ontem dei uma lembrancinha para minha sogra e minhas cunhadas. Eram quadrinhos negros com algumas sabedorias pintadas de branco. Um achado! Em um deles – o que dei para minha sogra – estava escrito: descasque um abacaxi por vez. E foi daí que surgiu esse textinho massa da minha cachola.

Muitas vezes tentamos segurar o mundo com as nossas mãos. Fazer tudo de uma vez. E isso pode ser um problema. Os problemas e as dificuldades são inevitáveis na vida de qualquer um – até mesmo daquelas pessoas que a gente acredita que são perfeitas e não tem nem uma espinha como problema. Mas o segredo de tudo é saber lidar com elas, por isso esse post é especialmente para isso.

Todos os problemas têm solução

Muitas vezes, no meio do furacão temos a falsa ilusão de que algo é impossível de se resolver. Ah, meus amigos, a já digo de antemão que a palavra “impossível” é proibida aqui nesse espacinho de luz. Você já parou para pensar que todo e qualquer problema tem sim uma solução? Mesmo que não seja das melhores a primeira solução que aparecer na sua cabeça. Eles tem solução.

Se o problema for daqueles cascudos, que tal fazer um exercício? Chame um amigo, um parente próximo e ponham em prática uma estratégia do marketing/design/publicidade: façam um brainstorming. Isso pode ajudar a achar a melhor solução. Muitas vezes, por estarmos inseridos numa situação difícil não conseguimos ter um panorama do que está acontecendo, estamos perto demais da imagem. Mas alguém de fora pode ver o quadro inteiro e entende, muitas vezes, melhor do que a gente o que está acontecendo e como solucionar aquele pepino.

Descasque um abacaxi por ver

A dica master desse texto: descasque um abacaxi por vez. Quando fazemos muitas coisas ao mesmo tempo, geralmente nada sai muito bem feito. O mesmo acontece com os problemas, tentar solucionar todos de uma vez só vai causar mais stress e nada vai sair da maneira que você queria inicialmente.

Então, lide com um problema por vez. Lembre-se da dica que dei no primeiro tópico. Você precisa focar em uma situação difícil e fazer tudo para resolvê-la. E não faça sozinho não, para esses momentos também servem a família e os amigos. Você não precisa estar sozinho, a menos que queira.

Mar calmo nunca fez bom marinheiro

Já ouviu essa expressão? Pois é. Se você, assim como eu, já sentiu que o mundo fosse acabar diversas vezes durante sua vida, lembre-se: da última vez que você pensou isso o mundo não acabou, acabou? Relaxe, faça um exercício de respiração e traga pessoas amadas para o seu lado. Isso sempre ajuda.

Mais que tudo lembre-se que os problemas vêm para agregar conhecimento e sabedoria. Cada situação difícil te fortalece e te faz ser alguém mais preparado para os baques da vida. E durante essa trajetória, não esqueça de manter a sua essência. Isso ajudará a saber que você continua ali, independente dos percalços.


Confio em você para superar qualquer adversidade! E se você precisar de um ombro amigo ou quiser só desabafar, deixa aí nos comentários ou me chama no privado. Juntos somos mais fortes! Ah, e me conta também? Qual abacaxi que você está tendo que descascar agora? O que anda fazendo para tornar essa tarefa mais fácil? Vamos conversar e trocar experiências!

 

Precisamos falar sobre saúde mental (ou a falta dela)

Lendo uma matéria sobre a importância de se reconhecer problemas de saúde mental como qualquer outro problema de saúde, tive alguns insights. Boa parte da minha vida tive problemas de ansiedade, depressão e dissociação, tive a sorte de ter uma mãe que assim que identificou meus problemas soube lidar com tudo da melhor forma possível. Sem julgamentos, sem me menosprezar.

É engraçado como as pessoas conseguem entender quando alguém quebra a perna, ou pega uma gripe e precisa se ausentar para cuidar de si. Mas quando se deparam com problemas de saúde mental, a questão é tratada como secundária, menos relevante, menos séria. Será mesmo? Proponho uma reflexão, quando estamos quebramos uma perna, só aquela parte de você fica impossibilitada de se mexer ou trabalhar de alguma forma, certo? Pense agora se alguma parte do seu cérebro está “quebrada”. Seu cérebro, aquele que rege e comanda todo o seu corpo. Logo todo o seu corpo não consegue trabalhar. Não seria lógico? Talvez falte a muitas pessoas lógica. Além de empatia, é claro.

Fico feliz de poder falar que muitos professores da faculdade conseguem compreender minhas questões de saúde, entendem as faltas, as saídas de sala frequentes, por não conseguir ficar em ambientes fechados por muito tempo. Contudo, muitos colegas da faculdade, apesar de jovens e mais abertos, não conseguem compreender. Olham com estranheza e diminuem minhas capacidades, num julgamento que não é muito justo. A comunidade acadêmica é bem hostil, muitas vezes. Mas o que vejo em meus colegas é que muitos já desenvolvem problemas de ansiedade, uma depressão aqui, outra ali. A vida adulta é difícil, e para nós que estamos apenas começando é uma porrada atrás da outra, nem todos conseguem permanecer em pé todo tempo para luta. E na tentativa de negar ou melhorar sua autoestima, julgam os próprios colegas. Complicado.

Estamos cada vez mais doentes. Crianças, jovens, adultos e a própria terceira idade. Por que não tratar isso de forma séria? Investir em políticas públicas que auxiliem e deem suporte a essas pessoas, que muitas vezes estão presas em seus casulos num eterno estado de negação. Digo por mim, até hoje é difícil aceitar que preciso de um acompanhamento psicológico contínuo, e olha que já são mais de 6 anos nessa. E que tal para de comparar problemas de saúde? Problemas são problemas, o que é mínimo para alguém pode se tornar uma grande enxaqueca diária para outra pessoa. Parem de minimizar os problemas dos outros, de minimizar as pessoas. Afinal, cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.

Como empreender salvou a minha vida

Para quem acompanha de perto o meu dia a dia vê que o lance é viver um dia de cada vez. Desde os 15/16 eu sofro com a famosa ansiedade, que evoluiu para um monstrinho chamado histeria. E entre idas e vindas de boas e más fases eu tento dar a volta por cima sempre. Mas nem sempre foi assim.

Quem me conhece desde pequena sabe que eu nasci com um instinto ímpar: empreender. E empreender em todas os aspectos da vida. Comecei vendendo miçangas na porta de casa. Saia de casa uma mini versão de mim com uma mini mesa de madeira e uma mini cadeira e posicionava tudo em frente de uma boutique bem cara do lado da minha casa. Sem pedir permissão ou sequer avisar eu montava tudo e chamava a atenção de quem quer que passasse na frente da minha lojinha móvel. Cheia de lábia convencia que minhas bijus eram únicas e carregavam toda uma história. Conquistava a cliente e ganhava alguns 2 ou 5 reais. No natal eu fazia a festa e chegava a ganhar mais de R$ 100,00, uma fortuna para uma garota de 8/10 anos de idade.

Tentei ser professora particular, vendo que o ramo era próspero. Mas como nem todos os negócios dão certo, a folha que colei no portão de casa anunciando aulas particular até a 3ª série não surtiram muito efeito. Mas bola pra frente que um milhão de ideias já borbulhavam na minha cabeça. Pouco tempo depois resolvi investir nos negócios da família. Ia pra loja de material de construção do meu pai durante as férias. Acordava as 5 da matina para pegar um busão de Marataízes a Piúma junto com meu irmão mais velho, que supostamente também ia trabalhar. Resultado: eu trabalhava no balcão, atendendo com minha simpatia e cobrando os funcionários com a seguinte frase “se não trabalhar direito desconto do seu salário”. Meu irmão, ficava no escritório ou contando pregos. Já se vê quem nasceu para trabalhar. Ganhava o meu salário e era uma diversão a mais lidar com clientes.

Depois disso (pelo menos pelo que eu me lembro), veio minha fase “adulta”, criei o blog (um dos melhores empreendimentos da vida) e no final de 2016 a lojinha do blog, que até hoje vende objetos de papelaria personalizados. Meu primeiro empreendimento que começou solo e hoje tenho como parceira minha grande amiga Luisa Carneiro. Em janeiro de 2017, ainda sedenta por novas oportunidades e fortemente influenciada por #GIRLBOSS criei, em sociedade com minha amiga Isabella Peçanha, o Ímpar Brechó, um brechó com objetivo de vender não só roupas semi-novas e novas, mas vender conceitos de moda. E esse foi um case que tá rendendo um bom sucesso. Nosso primeiro evento foi em junho e teve resultados ótimos!

Hoje inicio uma nova etapa, realizando um sonho que há muito tempo venho desenvolvido: minha própria agência de marketing digital. Mas isso vai ficar por enquanto no #descubra. Acompanha a blogueirinha aqui que logo logo cês vão saber tudo.

Resumindo, bem resumidinho mesmo, foram esses empreendimentos que sempre me moveram. A vida de negócios foi feita para mim e eu para ela. Assim como meu pai, filha de peixe, peixinho é! Durante todo o tempo que fiquei mal, esses empreendimentos me colocaram pra frente, me deram o que fazer, no que pensar e principalmente: me fizeram não desistir de viver essa vida ao máximo!

Minha missão com esse post é falar de empreender como um todo. Empreenda nos negócios. Mas empreenda também no amor. Empreenda na família. Empreenda na fé – seja lá a fé no que for. Empreenda na vida.

Wishlist: Dia dos Namorados

Opa! Quem veio dar indireta pro namorado sobre os presentes que quer ganhar no Dia dos Namorados? Euzinha, Júlia Coelho! Haha E não vão faltar brusinhas, bugingangas e outras coisitas más. Então, se está com duvida no que dar para sua namo, vem de wishlist boa e bacana para escolher! Preparado para escolher ou me dar tudo, Gustavo?

LOJA UH LALAH

Essa loja tem as roupitchas mais amor que você vai ver por aí. Muitas dar roupas são bordadas, e todas estão super na moda, viu? Dá um bizu nas coisas bacanérrimas que eles tem.

College Pizza – Camila Rech | R$ 49,00
Camisão Bordado Cute as Fuck Vanilla | R$ 79,00
Camisão Bordado Bolsinho Oh Baby Bordô | R$ 79,00
Camisão Bordado Nope Bordô | R$ 79,00
Raglan Camisão Bordô | R$ 89,00

LETRARIA

Essa é para quem ama decor e aquelas letrarias bacanas que usam para decorar os ambientes. Pois é essa lojinha é tudibom e tem um precinho bacana também. Você escolhe um quadro com uma cartela de letras e vai pagando de acordo com o número de cartelas. Legal, né? Dá uma olhadinha!

Kit – Quadrinho com 01 cartela de letras na cor AMARELA | R$ 30,00

STUDIO PAMELITAS

Esse Studio é um amor, meu deus! São peças totalmente personalizadas com um design sensacional de bom, viu? São porta-trecos, porta anéis, pratos, enfim, uma infinidade de coisas pintadas à mão. Dá um bizu, sua namorada com certeza vai amar!

SISLLA

Tem roupa estilo gringa? Tem sim, senhora! Essa lojinha é maravilhosa para quem gosta de roupas gringas. Então se sua namo, assim como eu ama um look diferentão, vai de Sislla.

T-SHIRT ANTI SOCIAL | R$ 79,00
BLUSÃO EQUALITY | R$ 89,00
BONÉ ROSINHA BORDADO | R$ 99,90

BOLOVO

A Bolovo tem várias coisitas legais, mas o que mais amei e preciso desesperadamente ter é essa meia “Deus abençoe o role”. Gustavo, nunca te pedi nada!

DEUS ABENÇOE O ROLE BRANCA | R$ 35,00

E então, gostaram dessa wishlist? Querem mais alguma? Essas lojinhas não são a coisa mais maravilhosa que vocês já viram? Manda o link pro teu namorado, dá aquela indireta, hehe.

Sobre Falar Merda

As crônicas que escrevo por aqui são muito do que vivo cotidianamente. Acredito que cada coisa que acontece promove um ensinamento, um crescimento pessoal e profissional também. E foi numa dessas que aprendi a teoria sobre falar merda. Que teoria libertadora!

Quem diria que as aulas de Ética do curso de Jornalismo da UFJF trariam tanta reflexão, né? O que tinha para ser mais um seminário a apresentar para a aula se tornou pauta para reflexões sobre a profissão e sobre nossas próprias ações/falas. O seminário começou com o assunto: falar é uma ação. Você falando ou escrevendo promove automaticamente uma ação e isso, quando pensado sobre a ótica da mudança, é inovador. Já pensou que suas palavras podem provocar drásticas mudanças? Pois é, preste atenção a elas.

Logo depois, a discussão passou para o livro que gerou toda a reflexão que proponho nessa crônica. O livro de 70 páginas do filósofo moral da Universidade de Princeton (EUA), Harry G. Frakfurt, vem trazer para luz um debate do que de fato é falar merda e porque hoje se fala tanta. Intitulado de “Sobre Falar Merda” (título original “On Bullshit”) ele se tornou o primeiro livro editado por uma universidade a liderar o ranking dos mais vendidos do jornal “The New York Times”. E por que tanto sucesso? Bem, em tempos que sê vê tantos políticos com afirmações absurdas, esse tratado realmente vem iluminar essas práticas.

O autor vem dizer que falar merda está próxima da mentira, mas não é a mentira propriamente dita. Isso porque, quando se mente você tem plena ciência do que se trata a verdade, você precisa conhecê-la. Já quando se está falando merda você simplesmente desconhece a mentira e a verdade, apenas fala baseado em achismos, em suposições infundadas. E com uma contemporaneidade que necessita mostrar sua opinião a todo tempo e a qualquer custo, falar merda se torna cotidiano e normal. Isso se vê no Facebook, Twitter, Instagram, muita gente sempre com muito a dizer, mas sem qualquer embasamento empírico ou teórico. É muito do que se vê nos discursos de políticos. Ah, como isso me remete a falas de Dilma e Temer.

E nesse papo de política, Harry adentra a questão da democracia. Segundo o questionamento dele, como podemos votar e se posicionar sobre todos os assuntos sem que tenhamos conhecimento de tal? A democracia seria portanto falha? É algo a se pensar. A comunicação resolveria esse problema? Levar a informação aos mais diversos segmentos da sociedade resolveria toda essa situação? Meu ceticismo diz que isso não é possível. Mas é preciso pensar em caminhos e soluções.

Mas o que realmente quero propor com essa reflexão é fazer você, pessoinha que está me lendo, pensar se você anda falando muita merda. Por que faz isso? Ninguém está a salvo de falar uma merdinha ou outra, mas precisamos estar mais conscientes do que estamos falando, porque, como disse no início do texto: palavras são/geram ações.

 

Algumas coisas que você deve saber sobre: Amor

amor

(foto meramente ilustrativa de um bom dia)

Esse texto foi escrito por uma especialista em pensar bobagens e  falar com cachorros– Júlia Coelho

Ontem demorei a pegar no sono e isso acabou fazendo com que eu ouvisse de relance uma parte do programa Amor & Sexo. Eu, na minha tentativa inglória de dormir, comecei a pensar sobre a discussão que rolava no programa: amor romântico x amor. Mas como assim, Ju? Não é tudo a mesma coisa? Só agora fui me tocar que não.

Acho que amor romântico se refere a “paixão”, que se vê tanto nos filmes de hollywood. Já amor propriamente dito é aquele que move o mundo, o mais genuíno possível. E é desses que eu tô falando, minha gente.

Quem namora há mais tempo ou é casado sabe dos vários estágios de uma relação – não que eu tenha passado por todos ainda. Primeiro vem a paixão, aquele fogo, as incertezas e o frio na barriga de algo que mal começou, mas que parece ser a melhor coisa que você já experimentou. Depois começam as brigas, uma atrás da outra. Você começa a conhecer de fato a pessoa com quem você pretende dividir tudo. E se você passar por isso focando em aprender sobre o seu parceiro e crescer, aí sim você chega a parte do amor propriamente dito. Não é que as brigas parem ou que não se tenha mais nada a aprender, mas é como se você finalmente se encontrasse como parte de algo maior e melhor. E isso é bom, muito bom.

Mas atenção, nada de perder a sua individualidade no caminho! É difícil perceber quando você está vivendo só para um relacionamento e não dando atenção às suas próprias necessidades, desejos. No entanto, isso é como um quadro. Olhando muito de perto você não consegue ter noção do todo, mas se der alguns passos para trás algumas realidades serão mostradas e você verá tudo com mais clareza. Então se você acha que o relacionamento não está legal, dê alguns passos para trás, quem sabe você não tem uma melhor visão, né?

Queria parecer menos uma conselheira amorosa do que pareço agora. Mas para que ter esse cantinho se não para compartilhar esses pensamentos que podem ser pura bobeira ou carregar um tantinho de verdade. Faço um convite para você que tá no love nesse momento a pensar se quando você diz “eu te amo” para a pessoa amada é uma frase puramente romântica ou se há algo especial por trás. Algo que mais do que fazer seu coração acelerar, faz você ter empatia e prezar pelo bem estar do outro – muitas vezes antes do seu bem estar.

Um conselho final da “especialista”

Afinal, a gente aprende a amar tão cedo, né? Logo que saímos da barriga já amamos incondicionalmente nossas mães, depois nossos pais e irmãos. Mas nutrir esse mesmo tipo de amor por outra pessoa dá trabalho. E como! Você precisa se construir colocando tijolo por tijolo até que seja uma casinha pronta para ser habitada por esse amor. E o outro também. É um processo de autoconstrução. Está disposto a ser um pedreiro incansável? Porque essa casinha sempre terá defeitos para serem reparados, acredite. O que ela precisa é de muito cuidado e atenção.

Pronto para construir sua casa?

Sobre as tristezas da vida

depressão

Sabe qual é o pior mal desses últimos tempos pra mim? A necessidade de ser feliz o tempo todo. Pior ainda, a necessidade de se mostrar essa felicidade incessantemente. 

A verdade é que esses últimos dias têm sido difíceis. E essa dificuldade, essa tristeza, vem devagar e se acomoda no seu colo. Ela mais parece uma anaconda que primeiro se agarra ao seu braço, logo já está no seu tronco e quando você vê já está sendo sufocado por ela. Ela te aperta.

Primeiro você perde o interesse pelas coisas que mais te davam prazer, elas mais parecem uma obrigação. Ela te aperta. Depois de um tempo parece que você não se encaixa no mundo e de algum modo você começa a achar que suas amizades na verdade te rejeitam por você ser do jeito que é. Você se isola. Ela te aperta. Em um certo momento você perde os movimentos, prefere ficar na cama onde é mais seguro e menos desconfortável, porque sua cabeça te convence que o mundo lá fora só vai piorar ainda mais as coisas. Ela te aperta.  Chega num ponto que seu olhar perde o foco e a capacidade de enxergar as pessoas, só restaram as memórias ruins. Pequenas tarefas são insuportáveis. Ela te aperta. Alguém está aí? Finalmente você chega no seu limite, sua cabeça já parece ter pensado em todas as soluções, mas seu corpo está cansado demais para executá-las. Ela te aperta. Agora você está totalmente entregue àquele estado de estático, você não sente nada. Nada. Ela ainda está ali? Ou até mesmo minha companheira imaginária resolveu me abandonar?

A depressão é assim. Exatamente como uma cobra que te aperta. Te aperta. Te aperta. Te aperta. Te anestesia.

Sabe qual a minha sorte? Eu tenho exímios caçadores de cobras na minha família (Lola e Gu incluídos) e no meu círculo de amizades.

Ela não existe.

Eu existo.

Minha nova paixão: Doramas

Hoje trago pra vocês mais uma das minhas peculiaridades. Há alguns meses adquiri um novo vício na minha vida, uma coisa que nunca imaginei que gostaria: doramas. Mas Ju, o que são doramas? Doramas nada mais são do que séries de TV orientais. Podem ser chamadas de novelas e são MUITO legais, principalmente se você curte um romance água com açúcar. E o mais legal é que eles são finitos e parecidos com uma minissérie. Normalmente têm 20 capítulos, ou seja, não são como as séries americanas que duram uma vida inteira, tem um milhão de temporadas e em algum ponto você acaba enjoando e abandonando, porque o enredo se torna cansativo e repetitivo. Eles me lembram mais as novelas do que séries, para falar a verdade.

os tipos de doramas

Nós podemos categorizar os mais famosos deles por países e apontar algumas diferenças. Os J-dramas são produzidos no Japão, têm um ritmo mais acelerado e episódios de 44 minutos, em média são constituídos de 16 capítulos. Eu particularmente nunca vi, mas como sou curiosa por natureza, provavelmente verei e trarei mais um post recheado para vocês. Temos também os T-dramas, os doramas twaineses, que possuem em média 24 capítulos de aproximadamente 1 hora e 20 minutos de duração e um ritmo mais lento, eles são mais enrolation, o que não curto muito, acho mais legal quando as coisas acontecem rápido, sem muito nhemnhemnhem. Por último temos o tipo de dorama mais famoso ultimamente, os K-dramas, dramas produzidos na Coréia do Sul. Geralmente tem de 16 a 20 capítulos, sendo que cada um tem cerca de 1 hora de duração. Eles tem uma narrativa mais intensa e os mais variados gêneros, desde comédia romântica até dramas com um tema supernatural.

onde vejo doramas?

Para quem quer ver os doramas legalmente no Brasil, temos três opções de streaming. A Crunchyholl que é mais focada em animes e só tem J-dramas. O Viki é um canal voltado somente para doramas, tendo mais quantidade de K-dramas. E por fim, o que eu assino, o Dramafever. A assinatura é 2,99 dólares por mês e dá acesso a uma gama enorme de J-dramas, T-dramas e especialmente K-dramas. Eu aconselho fortemente o Dramafever, além de ter app pra celular, a usabilidade dele é muito boa. Agora vamos começar com uma listinha legal de 5 dramas que eu amo/ estou amando.

top 3 doramas que adoro

  1. cinderella and four knights:

    4895_cinderellaandfourknights_nowplay_smallBaseado no romance ” Cinderellawa Nemyungui Kisa” escrito por Baek Myo, a comédia romântica que também é conhecida como You’re the First, conta a história de Eun Ha Won (Park So Dam)  uma estudante do ensino médio que sonha em ser veterinária e para isso dedica sua vida a juntar dinheiro para conseguir pagar a faculdade. Sua mãe morre quando ela ainda é criança num trágico incêndio e ela acaba tendo que morar com sua madrasta e irmã postiça, enquanto seu pai trabalha como caminhoneiro.  Em sua própria casa ela é constantemente atormentada, tendo até mesmo que dormir na varanda e realizar as tarefas domésticas. Um dia ela conhece Jang Hyun Min (Ah Jae Hyun), um playboy que faz o que quer. A partir daí ela se envolve com os primos do Grupo Haneul: Jang Hyun Min, Kang Ji Woon (Jung Il Woo), um rebelde de coração e Kang Seo Woo (Lee Jung Shin) um músico com o coração maior que o mundo. E em certo ponto, a mando do Presidente do Grupo Haneul, ela vai morar na Mansão Haneul tendo a missão de unir a família. Mas existe apenas uma regra: não é permitido namorar na mansão. O dorama estreou no dia 12 de agosto de 2016 e vai ao ar todas sextas e sábados às 23 h. Ele tem 16 episódios e hoje está no 14º. Sério, esse é o melhor k-drama que já vi.

  2. The heirs:

    4274_heirs_exclusive_nowplay_smallO dorama começa com Kim Tan (Lee Min Hoo) – minha paixãozinha desde Boys Over Flowers, o primeiro dorama que assisti e amei -, um herdeiro coreano de um grande conglomerado que é enviado para estudar nos EUA pelo seu irmão mais velho Kim Won (Choi Jin Hyuk). Na verdade ele é isolado para que Kim Won possa assumir o império da família. Já nos EUA, Kim Tan conhece a bela Cha Eun Sang (Park Shin Hye), que está lá a procura de sua irmã mais velha. A partir daí tudo muda. Os dois se sentem atraídos de imediato. Nesse meio tempo a noiva de Kim Tan, Rachel Yoo (Kim Ji Woon), chega para trazê-lo de volta para Coréia e também será um obstáculo entre o casal protagonista. Em um certo ponto todos voltam para Coréia. Cha Eun Sang, filha de uma governanta, acaba indo morar na casa de Kim Tan, onde sua mãe trabalha e indo estudar numa escola de elite. Nessa escola estudam também o ex melhor amigo de Kim Tan, Choi Young Do (Kim Woo Bin), que hoje é seu maior rival e irá se apaixonar por Eun Sang também. Portanto, tem triângulo amoroso sim! Lá Eun Sang conhece novos e mantêm amizades antigas. O enredo é cheio de intrigas, diferenças causadas pelo dinheiro e status e muito amorzinho. Eu particularmente adorei!

  3. DESCENDANTS OF THE SUN:

    4627_descendantsofthesun_nowplay_smallA narrativa gira em torno da história de amor entre Yoo Shi Jin (Song Joon Ki), um soldado pertencente as tropas de paz da ONU e a doutora Kang Mo Yeon (Song Hye Kyo), voluntária do médico sem fronteiras. Os dois se conhecem no hospital onde Kang Mo Yeon trabalha, depois que Yoo Shi Jin machuca um ladrão. Há uma atração e os destinos se encontram quando ambos têm que ir para Urk, um país devastado pela guerra. Lá eles enfrentarão diversos conflitos de guerra, dramas amorosos e dificuldades profissionais e pessoais. A história é super envolvente e o enredo é muito bem construído. Vale a pena!

Não podia terminar o post sem fazer algumas considerações que amo em doramas. A comida, ah, a comida. Sério, eles comem muito e consideram comer uma atividade super importante. Comer com outra pessoa significa que vocês são próximos. Um fato super legal da cultura deles. Outra coisa, os beijos. Geralmente só ocorrem depois de uns 8 episódios. Sério. E quando eles se beijam parece que só encostam uma boca na outra, não fazem muitos movimentos. Totalmente diferentes das séries americanas, que muitas vezes no primeiro capítulo já tem gente fazendo de tudo. Na Coréia eles parecem ser mais tímidos e “certinhos”. Estranhei no começo, mas depois de um tempo achei super bacana. Tem todo um ritual de conquista. Enfim, mais detalhes só no próximo post, porque esse já ultrapassou 1000 palavras e duvido que alguém tenha chegado até aqui.

Beijo no core!

Minhas Desventuras em Série

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A verdade é que me considero uma pessoa muito aberta, mas nem todo mundo acha isso. Mas a verdade mesmo? Qualquer coisa que me perguntarem eu responderei com a mais pura sinceridade, mas se não perguntarem simplesmente fico quieta. Não faço questão de me expor, até porque acho que falar muito atrai coisas para o bem e para o mal. Prefiro ouvir e assistir tudo com cautela, como boa observadora que sou.

Sem mais delongas, esse post teve que ser feito devido aos últimos acontecimentos na minha vida. Algumas pessoas me interpretam mal ou simplesmente tomam como verdade absoluta algo que não sou por não me conhecerem de fato. Acho que o que mais gira em torno de mim é curiosidade. O que será que ela tem? Porque ela está assim? Etc etc. Então vim falar, pra quem quiser me ler, um pouquinho de mim.

Tudo começou há mais ou menos 5 anos atrás. Eu, como pessoa hipersensível que sou, não consegui passar bem por alguns problemas de família que tive na epóca, e vamos combinar que com 15 anos uma adolescente já não está muito bem psicologicamente né? A auto estima era baixa e motivação estava abaixo de zero. Algumas coisas estranhas começaram a acontecer (clima de Stranger Things). Começou com tremores nos momentos de stress e depois evoluiu para crises de falta de ar. Garganta fechava, o mundo girava e meu grau de miopia parecia aumentar umas 5 vezes. Depois de um tempo eu já não conseguia mover nenhum membro, era parecido com uma paralisia. E doía, doía muito. Isso é chamado de ansiedade, meu amigo.

Isso durou algum tempo. Depois vieram crises dissociativas, eu não conseguia diferenciar o que era realidade do que não era. Sonho se misturava com realidade. Meus parâmetros começaram a sumir e eu fiquei preocupada. Na minha inocência cogitei esquizofrenia. O médico descartou essa possibilidade. Fiquei agradecida, mas não menos preocupada. Dormir começou a ficar muito difícil, medos como o escuro e coisas paranormais, que antes eram medos normais, se transformaram em monstros que vinham me assombrar toda noite. Ah, as noites, os piores momentos pra mim. Até hoje são. O contexto disso tudo? 17 anos, pré-vestibulanda que não conseguia decidir se fazia medicina pra ganhar dinheiro e agradar os pais ou seguia a carreira no que realmente queria, jornalismo. Que já não é o que eu eu quero mais, aliás. Ah, essa eterna metamorfose.

Isso tudo contribuiu para que os distúrbios de personalidade começassem. Eram bons minutos olhando através do espelho não conseguindo reconhecer meu rosto ou mesmo saber quem eu era. Sentia a minha essência escorrer pelos dedos e talvez tenha sido um dos momentos que mais me desesperei. Como viver uma vida sem saber quem você realmente é? Me via vivendo uma vida sem propósito. Cheguei pela primeira vez no fundo do poço e me encontrei mais deprimida do que nunca. Foi nesse momento que precisei mais da minha família e tenho que agradecer por ter podido contar com ela. Minha mãe em especial foi a minha maior confidente e incentivadora. Então deixo aqui meu MUITO OBRIGADA e eu te amo, para ela que se tornou referência de mulher para mim. Ah, não posso esquecer de Lola, minha fiel escudeira canina, aquela que chamo de cachorra anti-depressão. Ela merece todo meu amor, mas o post sobre ela ainda está por vir. Aguardem.

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18 anos. Faculdade começando, novo clima no ar e meu namorado e melhor amigo surge na minha vida. Tudo parece estar bem, mas as desventuras ainda não acabaram. Em um certo ponto as crises recomeçam com algumas peculiaridades. Junto com os outros sintomas comecei a ter momentos de ausência, simplesmente eu saia do ar e não conseguia responder a nenhum estímulo. as pernas e braços ficavam dormentes e nada se mexia, uma confusão tomava conta de mim. Não conseguia identificar o lugar que eu estava, nem as pessoas ao redor. Não me encontrava. Era uma estranheza total. Após esse momento de ausência eu infantilizava. Mas o que é isso, Júlia? Eu falava com voz de criança, me comportava como uma criança. Acho que tudo isso na tentativa de voltar a uma época em que eu era genuinamente feliz. Uma infância endeusada por mim.

O diagnóstico foi feito (finalmente): Histeria. Atualmente convivo com as crises de ausência e de dormência nos membros. Mas, felizmente, fazem algumas boas semanas que estou bem, sem nenhuma crise. Espero continuar melhorando. Contudo, como isso é sempre uma montanha-russa eu nivelo minhas esperanças para não me machucar muito na queda. Tento não ser muito otimista, nem muito negativa, sigo a linha realista.

Uma coisa é certa: aprendi muito. Olhando de longe consigo ver pontos positivos por ter passado o que passei. Me tornei uma pessoa mais empática, mais pé no chão. Aprendi a importância da palavra e o valor do silêncio. Aprendi que não posso cobrar que as pessoas estejam do meu lado, mas as que realmente importam estarão. Acredito que aprendi a ser mais sábia nas minhas escolhas e a ser mais independente. Amadureci de todas as formas que pude e lentamente venho me tornando a mulher que almejo ser.

Mas essa história não tem finalidade de incitar pena. Muito pelo contrário. Aliás, não quero que essa seja minha história, isso é apenas uma parte dela, pela qual estou passando e vou conseguir superar (torce por mim aí, nunca te pedi nadad). Ah, para quem não sabe o blog, inicialmente, teve o propósito de ser meu diário virtual, uma forma de conseguir falar o que muitas vezes a minha boca não conseguia projetar.

Então, depois de um texto de quase 1000 palavras motivado por uma brincadeira sem graça sobre a minha condição, eu deixo você leitor com a seguinte reflexão: você é responsável por tudo que fala e deve ter muito cuidado quando julga alguém sem saber da sua história. Cada um teve suas desventuras e motivos para se tornar quem é. Então tente ter mais empatia ao invés de apontar o dedo para alguém. Estender a mão para alguém é de graça, tá?

Beijo no core!

A nova moda: Clubes de Assinatura – Parte 1

Fala, galera!

A onda do momento são os clubes de assinatura. Não sabe como isso funciona? Bem, cê lembra do famoso clube do livro, onde tinha uma curadoria que escolhia os livros que iam ser lidos naquele mês e depois as pessoas discutiam e interagiam? Então, esse clubes fazem basicamente a mesma coisa, só que você paga um determinado valor e recebe mensalmente no seu correio alguns itens sobre a temática daquele determinado clube. Legal né?

O post de hoje é super delícia e vai tratar desses clubecos que já são amor na minha vida. Eles existem para todo gosto: nerd, decoração, beleza, livros, cerveja, etc. Então eu vou fazer uma listinha super bacana e dividir ela em partes, senão esse post fica gigantesco, né? Haha

O primeiro querido de hoje é o Adeus Rotina. Esse clube foi criado por um casal de empreendedores e é para os casais que querem sair da rotina. Eles entregam mensalmente na sua casinha um kit para apimentar sua relação e deixar o dia-a-dia com um gostinho melhor. E não são só produtos eróticos não, são brincadeiras e ideias para deixar tudo mais prazeroso. E tem mais, na hora de assinar ele é super inclusivo e coloca as opções de casais hetero e homo. Lindeza demais, né? Pra fazer um test drive e comprar uma caixa apenas eles cobram R$ 109,69. O plano mensal sai por R$ 89,69 e os outros planos vocês podem conferir aqui.

adeus rotina

Tem caixinha nerd também, Ju? Tem sim! O MyNerdBox é um serviço de assinatura feito especialmente para o público que curte as nerdices da vida. Eles escolhem o tema do mês e enchem a caixa de coisas daquele tema. São canecas, adesivos, bonecas para enfeite, camisetas, bolachas para copo, guloseimas e várias outras coisas. Curtiu? A assinatura custa R$ 69,90 por mês e para saber mais é só clicar aqui ó.

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Para as blogueiras e amantes da beleza temos a famosa Glambox. Ao assinar ela você recebe na sua casinha de 5 a 7 produtos de beleza (miniaturas, amostras ou full sizes) escolhidos pela Paola de Orleans e Bragança além de participar do Glamclub. Nele você recebe galopinas e pode trocar por prêmios que são enviados dentro da própria Glambox. E se você é blogueira e assinante da clube você pode mandar seu vídeo resenhando a caixa e tem a chance dele ser mostrado no site deles. Super legal, né? A Assinatura mensal está saindo por R$ 72,00. Para conferir é só acessar o link.

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Um dos meus preferidos é o Caixote, feito pelo blog e loja homens da casa. Nesse kit você vai receber o que tem de mais maneiro no mundo da decoração, pra deixar sua casa linda e aconchegante. Então vai chegar na sua casinha: pôster, objetos de decor, cupons de desconto das lojas parceiras, produtos para fazer o famoso DIY que todo mundo ama, entre outras coisitas más. O plano deles é trimestral e custa R$ 89,90 por mês. Sensa, né? Clica aqui pra saber mais!

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Quem aí gosta de uma breja? Tem clube pra vocês também, galerinha! O Clubeer elabora uma curadoria especial para escolher as melhores cervejas que vão chegar ai na sua casa. Na assinatura você escolhe o kit que tem mais a ver com seu perfil e eles montam a sua seleção de cervejas, com guias e outros materiais especiais. Maneiríssimo ou não? Os kit variam de preço dependendo do seu estilo de breja, então pra conferir tudo direitinho, clica aqui e seja feliz!

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Outra queridíssima minha é a Caixa Cosmo. Ela é um clube de assinatura dos criativos. Ela foi criada por criativos e entrega todo mês um mix de 3 a 6 itens exclusivos, produzidos pelos mais talentosos artistas e produtores do mercado nacional e internacional. E tudo isso fica em off, cê só sabe quando os objetos chegam na sua casinha. Quer mais? Eles ainda tem um blog contando maneiras de pôr em prática e utilizar seus presentes. É amor ou não é? E pra você que é artista ou designer e quer expor seu trabalho ou só sugerir o trabalho de alguém, dá pra fazer isso sim! Só mandar um e-mail para curadoria@caixacosmo.com.br. “Topíssimo”! Para comprar apenas uma caixa eles cobram R$ 119,00, já o plano trimestral é R$ 109,00. Para conferir mais sobre esse projeto sensa, clica aqui!

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Por fim, mas não menos importante, a mais divulgadinha na net: A Tag – Experiências Literárias. O nosso clube do livro virtual. Todos os meses a curadoria conversa com alguma referência do cenário cultural para mandar o kit, que é composto da obra em si, acompanhada de uma revista deles e outros materiais exclusivos. Para assinar essa belezinha você paga R$ 69,90 por mês. Ficou curioso? Checa o site deles aqui ó!

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E aí? De qual gostaram mais? Me contem aí nos coments!

Beijo no core!