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4 blogs literários para você conhecer

 

Oi gente, tudo bem? Espero que sim! Bom, adivinha quem voltamos com os trabalhos por aqui? Isso mesmo, nós. Com um texto quentinho com os 4 blogs literários para você conhecer que fazem parte da minha aba de preferidos.

Ah, mas acho que vocês merecem uma explicação sobre nosso sumiço, certo? Seguinte, eu e a Julia (a Abacaxi mestre) estamos bem ocupadas e aconteceu muita coisa nesse meio tempo, então acabou que nenhuma de nós pôde prosseguir com as coisas no blog. Contudo, a saudade de tudo foi bem maior e cá estamos voltando devagarinho e do jeito que conseguimos. Assim sendo, tenham paciência com a gente, ok?

Mas, chega de lero lero e vamos ao que interessa: o post-de-volta-depois-de-muito-tempo! Haha Hoje eu trouxe 4 blogs literários que eu adoro e vivo me atualizando neles. Prontos? Vamos lá.

 

Pronome Interrogativo, por Thais Cavalcante

Esse é o blog da Thais Cavalcante, 24 anos, graduada em Letras (Português/Literatura) e está fazendo pós-graduação em Tradução. Eu o conheço há 3 anos e foi pelo Youtube, pois a Thais também tem um canal com o mesmo nome do blog. Geralmente, se conhece o blog e depois o canal, mas minha história com o Pronome Interrogativo foi ao contrário.

O blog dela agora abordar de tudo um pouco do universo geek, porém, tem um conteúdo gigantesco literário, com críticas, indicações, resenhas e novidades. Sou apaixonada pelo blog e pela Thais, então não deixem de conhecer.

Pronome Interrogativo

 

Nuvem Literária, por Juliana Cirqueira

O Nuvem Literária é da Ju Cirqueira, uma carioca e cabixaba arretada de 28 anos que é uma fofura só. Ela é formada em Letras (Inglês) e faz pós-graduação em tradução, é apaixonada por línguas (inglês e francês) e tem um gosto incrível para livros. Conheci a Ju no mesmo período que a Thais e também foi pelo youtube, posteriormente conhecendo o blog Nuvem Literária.

A escrita da Ju é leve e dinâmica, então, sou apaixonada por suas resenhas e indicações, além de ser minha booktuber preferida. O blog é uma delicadeza só e tão organizadinho, amo com força!

Nuvem literária

 

Dicas do Jess, por Jessé Diniz

Jessé é o dono do blog Dicas do Jess, ele tem 23 anos e é escritor. Conheci o ele e seu blog através de grupos no facebook, pois além do blogger, ele é escritor e já tem um livro publicado, chamado “Sozinhos no Escuro” pelo Editora Selo Jovem e vem muito mais por aí.

As resenhas no Dica do Jess são claras e objetivas, chamando minha atenção, pois fica muito simples de entender a opinião de quem escreveu sem ser apelativo, o que é um ponto muito positivo.

Dicas do Jess

 

Mundinho da Hanna, por Hanna Carolina

O Mundinho da Hanna é da fofa Hanna Carolina, carioca, 29 anos, bióloga e mais diversas outras coisas legais, pois quem disse que somos uma coisa só, certo?!

Conheci a Hanna em um grupo do facebook também, conhecendo seu mundinho e me apaixonando pela escrita leve e cheia de personalidade dela. Quando lemos um texto parece que estamos conversando com ela mesmo, sabe? Suas resenhas são delicadas e objetivas, sendo uma leitura suave. Além disso, ela posta tags, desafios fotográficos e inspirações.

Mundinho da Hanna

 

 

E aí, gostaram das indicações? Pretendo me esforçar e conseguir colocar o Blog do Abaca logo logo nessa lista, também! Há muito o que ser feito, mas vou deixar abaixo alguns links de resenhas lindas aqui do blog.

Resenha: A Proposta

Resenha: Quando você voltar

Resenha: Sonata em Punk Rock

Enfim, espero que tenham gostado e diz aí nos comentários quais outros blogs literários vocês gostam de acompanhar. Super beijo e até a próxima!

Os 3 tipos de leitores no mundo da literatura: qual você é?

Dobby está erudito hoje

Oi gente, tudo bem? O texto de hoje é uma coisa bem leve, afinal, é sexta-feira né?! Eu assisti um vídeo de uma das minhas booktubers do coração e tive a inspiração para escrever esse texto, afinal, que tipo de leitor você é?
Eu escolhi três tipos básicos de leitores e quero ressaltar que nenhum é melhor que o outro e esse texto aqui é uma grande brincadeirinha, ein?! Agora, vamos lá?

 

LEITOR VINTAGE
Edgar Allan Poe? Clarice Lispector? Machado de Assis? Shakespeare? Meus amigos, vocês estão falando com o senhor dos clássicos. O Leitor Vintage é aquele que vai conhecer todos os clássicos, vai amar ler histórias mais densas e se você o pegar com um óculos de aro redondo, bom, esse é o leitor vintage. Ah, e ele geralmente é um bom conhecer de chás e vinhos. Um requinte é um requinte, né gente! França, Londres, Itália… Lugares que com certeza os leitores vintage querem visitar. Especialistas em textos com palavras complexas e bonitas.

Dobby requintado.

LEITOR CAFÉ COM LEITE
Está é a maior parcela da classe do mundo leiturístico. O leitor café com leite, também é o “pau pra toda obra” ou “mil e uma utilidades”. É o leitor que lê de tudo. Terror? Vamos. Clássicos? Sim, senhor. YA? Adoro. Você pode encontrá-lo lendo John Green pela manhã, Nietzsche a tarde e Sthephen King a noite, é o leitor a gosto do cliente. Séries: está falando com o profissional certo, a Netflix está perdendo de contratá-los para dar dicas e saber impressões, eles são bons no que fazem. Especialistas em maratonas de séries.

Dobby pleno

LEITOR GEEK 2.0
É o tipo que AMA o universo geek e é turbinado pelo universo gamer, também. HQ’s, mangás, animes, livros com temas futuristas e assuntos que envolvam tecnologia é com eles mesmos. Ficção científica? Meus amigos, eles inventaram esse termo. As leis da robótica? É o mantra da vida do leitor geek 2.0. Eles adoram ebooks, mas também não abandonam o bom e velho livro físico. E vida longa a batata frita! Alguém disse: partida de RPG? São gamers e leitores, o combo perfeito. Japão? Sonho de consumo para viagem. O meu muito obrigado para Shigeru Miyamoto, Nintendo me contrata! Especialistas em ficção científica e games (e batata frita!).

 

Dobby intelectual

E aí, gostaram dos tipos? Minha parte preferida foi fotografar o Dobby hahaha Eu não sou muito boa em fotografia, mas estou tentando melhorar super, me esforçar para as fotos ficarem bem bonitas para vocês e para mim, pois é tão legal e para ser sincera, eu achei super divertido criar “uma cena” com o meu Dobby de crochê. Quem sabe eu não siga nisso para montar as fotografias.

Mas, bom, quero saber que tipo de leitor você é. Eu sou uma mescla do tipo “café com leite” e “geek” 2.0, afinal, nós podemos ser todos ou um, podemos ser quem quisermos. Lembrando mais uma vez que isso é só uma brincadeirinha, logo, estou esperando ansiosa pelo seu comentário.

Super beijo e até a próxima (com o Dobby, quem sabe! hahaha).

Resenha: A Proposta

Oioi, galera! Tudo joia com vocês? Por aqui tudo ótimo!

[Postagem especial para minha sogra, que ama esse gênero de livros!]

Bem, nesse domingo a resenha é de um livro que li já há algum tempinho. Já aviso que é um livro hot, viu? Então estejam preparados. O nome do livro é a Proposta de Katie Ashley, publicado pela editora Pandorga. Na imagem abaixo você pode ler as informações e sinopse (para os que não conseguem ler vou deixar escrito também, ok?

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Sinopse: Com a chegada dos trinta anos, Emma Harrison está com seu relógio biológico tinindo e ainda aguarda o seu príncipe encantado aparecer. Ela está ficando sem opções, principalmente depois queseu melhor amigo gay desistiu de ser seu doador de esperma. Claro, sempre há um banco de esperma, mas Emma tem medo de que haja alguma confusão com a doação e ela possa receber a semente de um monstro assassino ou algo do tipo.
O maior mulherengo da empresa, Aidan Fitzgerald, está acostumado a sempre conseguir o que quer, principalmente no quarto. Quando Emma rejeita suas investidas na festa de Natal da empresa, ele fica determinado a conquistá-la a qualquer custo. Ao saber sobre a difícil situação de Emma, ele rapidamente faz uma proposta que beneficiará a ambos. Ele será o pai do filho da Emma, mas ela precisará concebê-lo naturalmente, com ele. Sem ninguém com quem namorar ou simplesmente fazer sexo casual, Emma reluta em aceitar a oferta, mas o charme dele e o intenso desejo dela pela maternidade vencem a questão.
Logo as seções para a concepção do bebê se tornam mais do que físicas. Aidan não parece se afastar dela, enquanto Emma começa a pensar que ele pode ser o homem certo.


A história, como bem disse a sinopse, conta a história de Emma, uma personagem carismática que, mesmo muito independente e forte, ainda tem sua fragilidade muito bem colocada no livro. Ela é daquelas personagens que geram identificação espontânea com as mulheres leitoras, sabe? Bem, a trama gira em torno da tentativa de Emma, que já tem 30 anos, de engravidar, com o intuito de superar a morte da mãe e a solidão causada por ela. Como ela não está envolvida em nenhum relacionamento há algum tempo e não tem nenhum previsão de que irá se envolver, ela resolver pedir a seu melhor amigo Casey, que é gay, para ser seu doador de esperma.

Tudo está quase resolvido, se não  houvesse um problema. O parceiro de Casey não quer de jeito nenhum que ele seja doador. Toda a situação vai por água abaixo. E é durante uma discussão entre Casey e Emma, na empresa onde ela trabalha que ela reencontra Aidan. Aidan, o cara que deu em cima dela descaradamente na festa de final de ano da empresa. O cara que ela dispensou sem pensar duas vezes (mesmo sendo o homem dos sonhos de qualquer mulher).

Após a briga entre Casey e Emma, ela vai para o banheiro em prantos, deixando Aidan e Casey sozinhos perto do elevador. Naquele momento Casey acaba contando todos os planos de Emma para Aidan. Aidan, então, tem uma ideia incrível. Ele convida Emma para um café e faz uma proposta irrecusável: ele seria o pai de seu filho, se o método de concepção da criança fosse natural. E é aí que toda a história começa.

Aidan tem aquela personalidade dupla, uma hora é o homem frágil e cheio de história, outra hora é aquele cara tipicamente superficial com um toque hot. Tanto Aidan, como Emma, tem um história muito intensa que é trabalhada durante esse primeiro livro, mas acredito que se desenvolverá mais no segundo.

Até onde Aidan e Emma conseguirão manter o lance da gravidez estritamente como um contrato de negócios? O que acontecerá se eles se envolverem? Aidan conseguirá manter a distância depois de Emma engravidar? Duas pessoas aparentemente de diferentes mundos e com ideais diferentes, irão provar que o amor pode acontecer para qualquer um, nas situações mais inusitadas.


A autora tem uma escrita fluída e gostosa de se ler. O diferencial do livro é que há muitas passagens engraçadas que deixam o aspecto hot muito mais leve de se ler. Isso pra mim é super importante, porque sou super tímida pra ler esse tipo de conteúdo. Sim, tem como ser tímida pra ler, acreditem, haha. Com diagramação bacana e simples, letra grande (adooooro), agradou.

Gostei do livro, mas foi um clichê que não foi daqueles de brilhar os olhos. Não vi muitos diferenciais na escrita, nem na trama. Mas no geral, foi uma leitura leve e gostosa.

 

 

 

Resenha: Para Todos os Garotos que já Amei

Oioi, galera! Tudo joia com vocês? Por aqui tá tudo na boa. A resenha desse domingo é de um livro que eu gostei bastante, mas ainda sim tenho algumas críticas. O livro é “Para todos os garotos que já amei”. Vamos começar?

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Bem, a história começa contando a rotina das irmãs Song e seu pai. Sua mãe falecera quando Lara Jean, a protagonista da história, ainda era pequena. Margot tem 18 anos e é dois anos mais velha que Lara Jean, ela é quem comanda a casa e assumiu, depois da morte da mãe, o papel de matriarca da família. Ela é quem cuida das tarefas da casa, bem como de cuidar dos corações  e mentes da casa. Com seu jeito peculiar, meio nerd, voluntária de vários projetos e dedicada ao extremo, ela é quem está no comando. Pelo menos até ir estudar numa faculdade há milhares de quilômetros na Escócia. A irmã Song mais nova, Kitty (ou Katherine, como prefira chamar)  tem 11 anos e é de uma inteligência que só vendo, com sagacidade e respostas na ponta da língua ela traz a maioria das passagens de humor do livro. Agora, a menina cuja história é contada no livro. Lara Jean. A irmã do meio, cujo coração se apaixona com facilidade, tímida, com um estilo mais puxado para o nerd, tem 16 anos e 5 cartas de amor, ou melhor, cartas apaixonadas, porém sinceras (até demais).

Após um breve momento do livro em que a família Song é apresentada, bem como Chris, a melhor amiga de Lara Jean, cujos gostos envolvem sair com muitos garotos e fazer coisas arriscadas, vamos para o que realmente interessa. Em algum momento, as cartas que Lara Jean escrevera durante todos os anos para suas paixões – ao total 5 cartas -, e que foram secretamente guardadas em uma caixa que sua mãe lhe dera – e onde deveriam ter ficado para sempre -, são enviadas aos destinatários. Quem recebe primeiro a carta e de imediato vai conversar com Lara é Peter Kavinsky, garoto mais popular e integrante do time de lacrosse da escola. Sempre muito debochado, presunçoso e com certo tom arrogante, ele é o dono do primeiro beijo de Lara Jean e portanto o primeiro amor dela. É claro que ele debocha bastante de toda a situação.

O segundo a receber a carta é ninguém mais, ninguém menos que Josh, namorado de Margot. Josh, que também é paixão de Kitty. Josh, o mais amado de sua família. Lara Jean, desesperada, inventa que está namorando com Peter, para fugir das perguntas e observações de Josh. Peter compra a história a fim de causar ciúmes em sua ex-namorada. E é aí que toda trama se desenrola, um namoro falso, corações divididos e a vontade de que tudo volte a ser como era. Lara Jean vai se aventurar com Peter Kavinsky e Josh Sanderson e descobrirá o que seu coração realmente quer. Será Josh ou Peter?  Como não sou uma garota de Spoilers, deixarei você, querido leitor, descobrir o que vem a seguir.


Gostei bastante da forma como os personagens foram desenvolvidos. A autora explorou cada característica da personalidade de cada um. A que eu mais gostei foi Margot, por parecer com minha mãe, toda realista, além de ter o mesmo nome da minha mãe, haha. Essa atenção especial a personalidade dos personagens criou uma intimidade maior de leitor-personagem.

Quando olhamos para Lara Jean vemos uma pessoa aparentemente ordinária. Mas eu consegui enxergar uma protagonista forte, a sua maneira. Peter, que aparentemente é forte e super descontraído, tem sensibilidade e carinho em seu coração. E Josh, apesar de parecer perfeito, parece esconder uma personalidade difícil. Clichê, mas muito bom!

Bem, quanto as críticas que citei no início do post. Eu não gostei muito da diagramação e do fato da autora contar a história de forma tão “picada”. O meu pensamento sempre era cortado de uma história pra outra e ficava meio desconexo em algumas partes. A leitura não foi tão fluida como poderia ter sido. Mas em compensação a história e sua trama cheia de intrigas e romance me prendeu do início ao fim, sempre deixando um gostinho de quero mais. Não vejo a hora de conseguir o segundo livro!

Enfim, é isso, meus caros! Espero que tenham gostado da resenha. Me digam aí nos comentários o que acharam do livro e suas impressões. Vamos conversar!

Resenha: Sonata em Punk Rock

 

Capa do livro

“O rock’n’roll de Valentina finalmente tinha falado mais alto e se tornado, de alguma forma, obrigatório.” Página 169.

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Já imaginou viver em uma cidade que respira música 24 horas por dia, sete dias por semana, 365 dias ao ano? E mais, nela está localizada um dos melhores conservatórios de música do mundo e por algum motivo (herdado geneticamente, provavelmente, de um pai bem ausente, mas astro da música clássica) você consegue entrar com honras no mesmo? Não?! Pois então, eu te apresento Valentina Gontcharov, a menina do Rock’n’Roll.

Tim, como gosta de ser chamada, sempre sonhou em estudar na Academia Margareth Vilela e não é por menos, a menina vive e respira música e, além de tudo, ainda é dona de um ouvido absoluto. Vivia com a mãe no Rio de Janeiro, trabalhava num mercadinho no bairro para pagar as contas e passava o resto do tempo com sua guitarra velha até descobrir que conseguiu uma admissão para a Academia Margareth Vilela, localizada em Vilela na região serrana do Rio, e que poderia estudar música. Porém, seus planos foram por água abaixo, já que era extremamente caro e não teria condições de arcar com os custos. Até que um pai bem desaparecido e famoso no mundo da música decide voltar para sua vida e, magicamente, pagar seus estudos. E é aí que nossa história se desenvolve.

Lombada e presença ilustre de Astolfo, o pinguim do Rock’n’Roll

“Às vezes, para assumir a regência de nossas vidas, precisamos trocar a partitura. Afinal, por que alguém escolheria uma orquestra se pode ter uma banda de rock?” Página 11.

Tim é uma menina cheia de atitude, apaixonada por rock’n’roll com um gosto musical incrível e muito esforçada. Passa por dificuldades no início (ser uma diva rockeira num meio exclusivamente clássico não é uma coisa muito simples), mas encontra seu lugar ao lado de três amigos para lá de diferentes e, também, bate de frente com um aluno/professor/coreano/homem dos sonhos, Kim, que acaba criando cenas divertidas.

Enquanto, aprende música, sente saudades de casa e é sempre forçada a ultrapassar seus limites (inclusive a tocar piano para poder avançar no curso, sem nunca ter feito isso NA VIDA!!!), Valentina tem de lidar com a vida dentro do conservatório, a vida de aparências que seu pai quer viver e, claro, a luta pelo sonho de ser uma estrela do rock’n’roll.

“A verdade é que quando se faz o que gosta, tudo começa a fazer sentido e valer a pena.” Página 281.

O livro tem uma escrita leve e dinâmica, cheio de referências musicais, inclusive de K-POP (o que claro, nos lembra que nosso mocinho/chatinho é um coreano maravilhoso e pianista, o digno Oppa de doramas). Babi Dewet me surpreendeu muito com o livro, ela conseguiu dar um seguimento fluído para ele, sempre pontuando os elementos necessários de cada capítulo. A única coisa que me deixou um pouco apreensiva quando notei, mas que logo se revelou indiferente, é que Valentina, às vezes, parecia madura demais para sua idade e outras, de menos, logo, eu fiquei um tanto “E agora, Brasil? Que cargas d’água ela ta fazendo aqui?”, mas depois percebi que era só por conta da própria personalidade da personagem.

Astolfo apresentando o livro. Lembrando que Sonata em Punk Rock faz parte da série Cidade da Música por Babi Dewet

O que me chamou muita atenção para o livro no início foi a capa dele. E, meus amigos, É A CAPA! Uma das ilustrações mais lindas que já vi e transmite exatamente o que o livro passa, esse é um daqueles que você pode sim julgar o livro pela capa, porque os dois não decepcionam. E o mais interessante é que será uma série e um passarinho me contou que tem um gancho já neste primeiro volume para o próximo (o passarinho na verdade foi um vídeo no canal da Babi em que ela fala sobre o próximo, hehe).

Sonata em Punk Rock é um daqueles livros gostosos de ler numa tarde de domingo com a playlist do Spotify ligada (sim, gente, tem playlist no Spotify, eu não digo mais é nada de sucesso esse livro) e uma coca bem gelada!

“Se ela sobrevivesse ao próximo minuto, poderia viver a vida inteira naquele único momento. Com muita música e rock’n’roll. Do jeito que deveria ser.” Página 300.

Boa leitura e viva ao Rock’n’Roll.

Saiba Tudo: Gêneros Literários

Oioi, galera! Tudo joia com vocês? Por aqui tá tudo bem. Hoje tem post especial em plena segunda com umas informações super importantes para você entender sobre tudo que estamos falando por aqui. Pois bem, você conhece todos os gêneros literários? Não? Então se liga nesse post!

Os gêneros literários a que nos referimos dizem respeito ao tipo de conteúdo que vai estar no livro, ou seja, da trama, narrativa, etc. Eles se dividem em não-ficção e ficção. E dentro dessa divisão existem outras tantas subdivisões. Vamos a elas!

Não-ficção

É uma narrativa que se baseia em fatos reais. Portanto, utiliza-se de informações verídicas, contando-as das mais variadas maneiras.

Biografia

Nesse gênero o autor escreve sobre a vida de uma pessoa ou de várias pessoas. Dentro dele também existe a autobiografia, na qual o autor conta sobre sua própria vida.

Ensaio

Gênero no qual o autor fala sobre determinado assunto específico de forma sucinta. Geralmente é em prosa e num tom especulativo, analítico ou interpretativo.

Memórias

Nesse gênero o autor conta sobre fatos que ocorreram na sua vida. Ele é diferente da biografia, uma vez que não se limita a contar a vida de alguém em particular, mas sim narrar suas memórias.

Ficção

São obras literárias baseadas em conteúdos trabalhados pela imaginação. Nela, algo é fingido, inventado ou imaginado.

Aventura

Nesse caso o protagonista vive em situações de perigo. Há a presença de várias viradas e de um herói ou anti-herói.

Chick-lit

Refere-se a “um gênero de ficção dentro da ficção feminina, que aborda as questões das mulheres modernas. Chick-Lits são romances leves, divertidos e charmosos, que são o retrato da mulher moderna, independente, culta e audaciosa”. Comumente são associados ao Romance ou ao Young Adult.

Clássicos

Livros aclamados pela crítica. Podem se referir a antiguidade clássica ou não.

Clássicos contemporâneos

Livros escritos a partir do século XX e que são aclamados pela crítica.

Comédia

Gênero conhecido por provocar extremo humor pessoal. Nele, o ser humano é retratado de maneira comum, e detalhes simples do cotidiano, porém extremamente engraçados quando paramos para pensar, preenchem esse tipo de narrativa.

Contos de fada

Ou contos de maravilha, assemelham-se a contos ou fábulas. Geralmente possuem seres mágicos e são destinados (hoje não mais) para crianças.

Drama

Obra literária, caracterizada por possuir, seja na história do protagonista ou dos personagens secundários, sofrimentos e/ou tragédias. Os finais podem ser tanto tristes, como felizes.

Graphic Novel

Livro que conta uma história longa com o auxílio de ilustrações e quadrinhos.

História em Quadrinhos (HQ)

Obra literária onde ilustração acompanha texto pequeno de forma ordenada. Podem vir em formato de revistas, livros ou em partes de jornais e revistas. Ela pode ter continuação ou não (geralmente tem).

Lad-Lit

Alguns autores consideram esse gênero como subgênero dos chick-lits. O protagonista da trama é homem, e o livro pode ser escrito por um homem ou uma mulher.

Literatura fantástica

Gênero que aborda temas irreais e fantásticos como tema central da trama. O gênero possui diversos subgêneros.

 

  • Distopia

“Distopia ou antiutopia é o pensamento, a filosofia ou o processo discursivo baseado numa ficção cujo valor representa a antítese da utopia ou promove a vivência em uma ‘utopia negativa’. As distopias são geralmente caracterizadas pelo totalitarismo, autoritarismo, por opressivo controle da sociedade. Nelas, ‘caem as cortinas’, e a sociedade mostra-se corruptível; as normas criadas para o bem comum mostram-se flexíveis. A tecnologia é usada como ferramenta de controle, seja do Estado, seja de instituições ou mesmo de corporações.” 

  • Fantasia

“Gênero da ficção em que se usa geralmente fenômenos sobrenaturais, mágicos e outros como um elemento primário do enredo, tema ou configuração. Muitas obras dentro do gênero ocorrem em mundos imaginários onde há criaturas mágicas e itens mágicos”.

  • Ficção científica

“É um gênero da ficção especulativa, que normalmente lida com conceitos ficcionais e imaginativos, relacionados ao futuro, ciência e tecnologia, e seus impactos e/ou consequências em uma determinada sociedade ou em seus indivíduos, desenvolvido no século XIX. Conhecida também como a “literatura das ideias”, evita utilizar-se do sobrenatural, tema mais recorrente na Fantasia, baseando-se em fatos científicos e reais para compor enredos ficcionais”.

  • Sobrenatural

Inicialmente pensado para causa medo. Esse gênero, hoje, conta com a presença de seres sobrenaturais como vampiros, lobisomens, fantasmas, zumbis, etc, contudo não tem a presença do medo necessariamente.

 

 

New Adult

Gênero que conta a história de jovens que tem entre 18 e 25 anos. Algumas características sobre o conteúdo desses livros é: “histórias de vidas trágicas, descrição de cenas de tortura e abuso sexual, busca pelo autoconhecimento, libertação ou recomeço, personagens com problemas psicológicos em decorrência de traumas do passado, algum tipo de dependência (seja psicológica, seja química), personalidade mais agressiva ou antissocial, ambiente universitário, sublimação do amor, erotismo.

 

Realismo Mágico 

“Nesta vertente, o universo fantástico funde-se com a realidade. Elementos irreais ou bizarros são apresentados como corriqueiros e habituais. Ao contrário da fantasia, em que o fantástico busca uma explicação, o Realismo Mágico insere elementos inexistentes sem a menor explicação e de forma intuitiva”.

 

Romance 

Refere-se a uma história que contém conteúdo amoroso, seja entre o protagonista ou os personagens secundários. Dentro dele há uma série de subdivisões.

 

  • Romance Adulto

Trama que possui, em sua maioria, conteúdo erótico.

  • Romance Contemporâneo

Subgênero que conta uma história de amor que se passa atualmente.

  • Romance Cristão

História de amor que contém conteúdo religioso.

  • Romance Epistolar

Narrativa  em que o desenvolvimento da trama se dá por meio da troca de cartas, bilhetes, diários, emails, etc. O nome “epistolar” vem do latim epistoláris “relativo a carta, epístola”.

  • Romance de Época

História com conteúdo amoroso com ambientação histórica. Geralmente se passam em momentos históricos importantes, como guerras. Tende a ser muito descritivo, contando tudo sobre os costumes, construções e situações em geral.

  • Romance Policial

Subgênero que se caracteriza por possuir crime, investigação e revelação do malfeitor. Nele o foco é desvendar o mistério. Pode ou não ter romance (a maioria tem).

 

Sick-Lit

Contam histórias com bastante drama. Geralmente associados ao Young Adult e ao Drama, esse subgênero possui em seu conteúdo: doenças graves, depressão, angústia e suicídio.

 

Terror

Gênero cujo principal objetivo é causar medo, terror.

 

Thriller

“É um gênero da literatura, filmes, jogos eletrônicos e televisão que usa o suspense, tensão e excitação como principais elementos do gênero”.

 

  • Thriller Erótico

Há uma mistura de suspensa e erotismo.

  • Thriller Criminal

“O thriller criminal é uma mistura de filmes sobre crimes e o thriller, que mostra uma sequência de crimes bem-sucedidos e falhos, em que o protagonista trata de investigar os crimes, fazer sua detecção e descobrir quem são os criminosos e os seus motivos. Nesse gênero, geralmente se foca no criminoso e não no investigador/policial. Geralmente, se enfatiza a ação sobre os aspectos psicológicos dos personagens. Os temas mais comuns são serial killers, assassinatos, assaltos, perseguições e tiroteios”.

  • Thriller de Mistério

“No thriller de conspiração, os protagonistas costumam ser jornalistas ou investigadores amadores que, geralmente sem saber, “puxam um fio” e acabam por descobrir uma grande conspiração e a investigam até descobrir todos os segredos por trás dela, se tornando, assim, uma ameaça e alvo para os conspiradores. A complexidade de fatos históricos são muito utilizadas nesse gênero, onde se faz um jogo de moralidade, o vilão faz coisas ruins e os mocinhos tem que derrotá-lo. Algumas características desse gênero são pessoas com a vida colocada em risco pela conspiração  e as narrações feitas, como em suspenses policiais. Um fato comum nas mídias desse gênero é a frustração do personagem por não conseguir provas sobre a conspiração, já que os vilões sempre encobrem todos os fatos com rumores e mentiras”.

  • Thriller de Época

Dos mais variados conteúdos, esse thriller tem a característica de se passar num tempo antigo.

  • Thriller de Jurídico

Caracteriza-se por se passar no ambiente jurídico, dentro de um tribunal ou similar. Mostra os casos judiciais, seus conflitos e seus desfechos.

  • Thriller Médico

Nesse tipo de narrativa há dois tipos de situações. Uma quando a vida do médico corre risco. A outra é quando uma doença de “laboratório” se alastra pela população, contaminando uma grande quantidade de pessoas. Se tornando portanto, um problema de saúde pública.

  • Thriller Político

“O thriller político é um gênero que mostra os bastidores de uma disputa de poder política. Eles podem envolver cenários políticos nacionais ou internacionais. A corrupção política, o terrorismo e a guerra são temas comuns. Thrillers políticos podem ser baseados em fatos reais, como o assassinato de John F. Kennedy ou o escândalo de Watergate. De modo que há uma forte sobreposição com o thriller de conspiração”.

  • Thriller Psicológico

No thriller psicológico, os personagens não são dependentes da força física para superar seus inimigos (que é frequentemente o caso típico de thrillers de ação), mas dependem de suas capacidades mentais, seja pela inteligência lutando com um oponente formidável, ou por tentar se manter em perfeito estado psicológico.

Uma das características nesse gênero é que o escritor/roteirista busca descrever os eventos do ponto de vista do personagem, sendo assim, na maioria das vezes, narrados em primeira pessoa, ou seja, o próprio personagem é quem conta a história. Esse recurso é muito usado pois faz o leitor ficar mais envolvido com o personagem e ser capaz de entender como funciona sua mente. Outra característica desse tipo de thriller é que a narração volta muitas vezes no tempo, em que o personagem conta algo que aconteceu em seu passado, mais especificamente para justificar suas atuais motivações, ou mostrar como algo mudou sua percepção sobre seu passado/presente.

  • Thriller Romântico

Nesse subgênero há a existência de um mistério que está sendo investigado. No desenrolar da trama há um caso amoroso, que, geralmente está ligado ao mistério em questão.

  • Thriller Tecnológico

“O thriller tecnológico é um gênero que aborda geralmente assuntos ligados a ficção científica, suspense, espionagem, ação e guerra. Eles incluem uma quantidade desproporcional (em relação a outros gêneros) de detalhes técnicos sobre seu assunto (normalmente tecnologia militar); apenas a ficção científica tende a ter um nível comparável de detalhes no lado técnico. O funcionamento interno de tecnologias e os mecanismos de áreas distintas (espionagem, artes marciais, política) são exaustivamente explorados, e muitas vezes o enredo gira em torno das particularidades tecnológicas. A categoria de thriller tecnológico se confunde com o gênero de ficção científica em alguns pontos. As características que definem um thriller tecnológico são a ênfase no mundo real ou em tecnologias plausíveis em um futuro próximo, muitas vezes com um foco na ação militar ou político-militar”.

 

Young Adult

Gênero que conta a história de jovens que tem entre 13 e 18 anos. Algumas características sobre o conteúdo desses livros é: “conflitos com a família, traição entre amigos, dúvidas com relação ao futuro profissional, busca pelo primeiro amor, personagens com autoestima baixa e complexo de inferioridade, personalidade influenciável, excesso de dramatização dos acontecimentos, descoberta da sexualidade, ambiente escolar (geralmente com rixas entre populares e nerds, e prática de bullying)”.

Resenha: Starters

Oioi, galera! Tudo joia com vocês? Por aqui tá tudo bem! Hoje vamos falar de uma releitura minha de mil anos atrás. Mas como algumas pessoas já sabem, eu tenho o péssimo defeito de esquecer de tudo que leio/vejo. Ou seja, vejo o mesmo filme e leio o mesmo livro trezentas milhões de vezes! Sempre com a mesma emoção, haha. O livro de hoje é uma duologia escrita pela autora Lissa Price. O primeiro livro se chama Starters e o segundo Enders.

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O livro conta a história de Callie Woodland, garota de 16 anos que mora em Berverly Hills com seus pais e seu irmão mais novo, Tyler, quando a chamada Guerra de Esporos acontece. As pessoas até os 20 anos e depois dos 60 anos já haviam sido vacinadas contra o vírus, portanto, conseguem sobreviver. Já as pessoas entre os 20 e 60 anos de idade acabam falecendo em sua maioria, por  não terem imunidade contra o vírus.

Os primeiros capítulos contam o dia a dia de Callie, seu irmão e Michael, vizinho de Callie antes da Guerra. Sem pais e sem dinheiro, eles acabam tendo que morar em prédios abandonados e mover mundos e fundos para sobreviver, ao mesmo tempo que tentam fugir dos inspetores – enders que capturam os menores sem família e os colocam em instituições rigorosas e insalubres. Ah, quase me esqueci, após a Guerra os jovens são apelidados de “Starters” e os idosos de “Enders”, informação importante para ler o livro.

A virada do livro acontece quando Callie, que está desesperada para arrumar uma casa e medicamentos para Tyler, que possui uma doença respiratória cada vez mais séria, toma conhecimento da Prime Destinations. O lugar, mais conhecido pelos starters sem moradia como “Banco de Corpos”, é um lugar onde enders alugam corpos dos jovens para se divertirem e aproveitarem de novo a juventude. A maioria dos jovens “alugados” são menores sem família que precisam desesperadamente do bom pagamento que recebem desses aluguéis. Antes de estarem disponíveis para aluguel, eles passam por uma série de procedimentos de beleza. E são eles que permitem a algumas pessoas diferenciarem os jovens normais dos jovens do banco de corpos, uma vez que esses não possuem sequer uma cicatriz, são perfeitos.

Callie, determinada a conseguir o dinheiro para casa e tratamento do seu irmão vai até a Prime e com muita relutância assina o contrato. Contudo, sua inquilina tem planos muito sérios para esse aluguel: desvendar os mistérios por trás da Prime Destinations e o desaparecimento de sua neta.


O livro é muito envolvente e te prende a cada capítulo. O romance está presente a todo momento, o que para mim é essencial! Há um triângulo amoroso, como na maioria das distopias que já li, mas o crush maior se sobressai a todo momento! Só não dei 5 estrelas porque senti falta de mais detalhes sobre o relacionamento com Michael. Mas, talvez isso vá se desenvolver mais no segundo livro. Vamos ver!

A digramação é muito boa e torna a leitura fluida e sem maiores problemas. A capa, na minha humilde opinião é muito boa e me remete a Hospedeira.

Enfim, recomendo muito a leitura! Distopia maravilhosa, com uma personagem feminina forte e personagens secundários bem desenvolvidos. Leiam, leiam, leiam!

 

Sobre Falar Merda

As crônicas que escrevo por aqui são muito do que vivo cotidianamente. Acredito que cada coisa que acontece promove um ensinamento, um crescimento pessoal e profissional também. E foi numa dessas que aprendi a teoria sobre falar merda. Que teoria libertadora!

Quem diria que as aulas de Ética do curso de Jornalismo da UFJF trariam tanta reflexão, né? O que tinha para ser mais um seminário a apresentar para a aula se tornou pauta para reflexões sobre a profissão e sobre nossas próprias ações/falas. O seminário começou com o assunto: falar é uma ação. Você falando ou escrevendo promove automaticamente uma ação e isso, quando pensado sobre a ótica da mudança, é inovador. Já pensou que suas palavras podem provocar drásticas mudanças? Pois é, preste atenção a elas.

Logo depois, a discussão passou para o livro que gerou toda a reflexão que proponho nessa crônica. O livro de 70 páginas do filósofo moral da Universidade de Princeton (EUA), Harry G. Frakfurt, vem trazer para luz um debate do que de fato é falar merda e porque hoje se fala tanta. Intitulado de “Sobre Falar Merda” (título original “On Bullshit”) ele se tornou o primeiro livro editado por uma universidade a liderar o ranking dos mais vendidos do jornal “The New York Times”. E por que tanto sucesso? Bem, em tempos que sê vê tantos políticos com afirmações absurdas, esse tratado realmente vem iluminar essas práticas.

O autor vem dizer que falar merda está próxima da mentira, mas não é a mentira propriamente dita. Isso porque, quando se mente você tem plena ciência do que se trata a verdade, você precisa conhecê-la. Já quando se está falando merda você simplesmente desconhece a mentira e a verdade, apenas fala baseado em achismos, em suposições infundadas. E com uma contemporaneidade que necessita mostrar sua opinião a todo tempo e a qualquer custo, falar merda se torna cotidiano e normal. Isso se vê no Facebook, Twitter, Instagram, muita gente sempre com muito a dizer, mas sem qualquer embasamento empírico ou teórico. É muito do que se vê nos discursos de políticos. Ah, como isso me remete a falas de Dilma e Temer.

E nesse papo de política, Harry adentra a questão da democracia. Segundo o questionamento dele, como podemos votar e se posicionar sobre todos os assuntos sem que tenhamos conhecimento de tal? A democracia seria portanto falha? É algo a se pensar. A comunicação resolveria esse problema? Levar a informação aos mais diversos segmentos da sociedade resolveria toda essa situação? Meu ceticismo diz que isso não é possível. Mas é preciso pensar em caminhos e soluções.

Mas o que realmente quero propor com essa reflexão é fazer você, pessoinha que está me lendo, pensar se você anda falando muita merda. Por que faz isso? Ninguém está a salvo de falar uma merdinha ou outra, mas precisamos estar mais conscientes do que estamos falando, porque, como disse no início do texto: palavras são/geram ações.